Só na tentativa. 15 anos.

Bom eu tinha já, 15 anos. Primos, primas, todos na idade picante. Mas um primo nunca me chamou a atenção. Embora eu tinha um que morava em outra cidade que em determinado momento, sozinho em minha casa comigo, colocou o pau pra fora e me mostrou um pênis bonito. Sim bonito! Porque existem paus e paus, alguns lindos, outros feios, tortos, para um lado ou para o outro, cabeça grande, “corpo” fino…. e por aí vai. Meu primo tinha um pau enorme, branco, cabeça rosa, lindo mesmo! Ele disse que ía me comer. E eu nervoso achando que todos iriam descobrir depois. Pensando rapidamente, eu achei que ele ía mesmo, seria maravilhoso. Eu virgem, novinho doido pra transar com um homem. Mas era fogo de palha, arriei minha calça e ele passou a mão rápidamente no meu cú. E eu cheguei a colocar a mão no pau dele. Duro. Fantástico. Mas disso não passou. No mesmo dia, meu primo foi para a casa de uma tia na cidade. E eu fiquei com aquele nervoso, hoje chamado de tesão.
E eu já observava o irmão do meu amigo, mais novo. O que sempre comigo brincava era moreno, o mais novo, loirinho, risadinha moleque, uma gracinha.
O mais velho veio em casa, minha mãe estava na cozinha, ora na sala… e eu no segundo andar no quarto com o chamado “Renato” um punhetando o outro, e em momento eu disse: “Enfia o pau no meu cú, hoje eu quero tentar!!!” Ele rapidamente disse Não! Eu não vou fazer isso pois não sou viado. Tudo bem…. Mas chupar meu pau e gozar na minha mão ou os dois juntos gozando nas revistas, isso não era problema. Ou até mesmo experimentar o gosto do meu gozo. E gozamos felizes no quarto. E eu ainda com uma enorme vontade de ser penetrado.
Renato saiu. E logo depois o mais novo, loirinho, que devia ter uns 14 anos apareceu querendo jogar queimado. Enrolei ele. Entrou em casa, minha mãe saiu. Ficamos sozinhos… Peguei as revistas eroticas e perguntei se ele já tinha visto… Ele prontamente colocou nas mãos e ficou folheando. Eu ficava de um lado para o outro no quarto. Nervoso. As vezes olhava pela janela para ver se alguém me chamaria ou uma visita poderia aparacer. Olhei para o short do “Henrique” estava de pau duro, claro. Mais novo que eu, e um pau grande, falei pra ele colocar o pau pra fora e aliviar, senão não conseguiria ir pra casa ou para a rua, com o pau duro que dava pra ver “de longe”. Simples, ele colocou um pau branquinho, cabeçinha vermelhinha, mas um pouco virado para a esquerda…. para fora e tocou uma punheta forte e eu olhando também me punhetando e ele nem pra mim olhava, e eu nervoso. Gozou legal, e para meu espanto gozou forte e em jatos. Eu me perguntava porque eu na idade dele, 14 anos não gozava daquela maneira. O meu era gozo perfeito, meu pau pequeno, mas assim mesmo não gozava em jatos. E achei que só quem tinha pau grande gozava forte e longe. Mas Henrique gozava mais forte que seu irmão. Claro, os paus eram do mesmo tamanho. Depois descobri que o pau do filho é igual do pai. Se seu pai tem pauzão, você também terá. Senão os dois terão miniaturas mesmo!
Henrique agradeceu e disse que não ía mais jogar queimado. Para meu espanto, a mãe dele tocou a campainha de casa, avisando que tava na hora de ir pra casa tomar banho, pois tinham igreja logo. Fiquei mais uma vez frustado. Pois tentaria mais uma punheta ou até mesmo uma penetração com o irmão do meu amigo. Já que um me punhetava e não me comia, quem sabe o irmão iria fazer diferente?

~ por souigualatodos em Março 17, 2008.

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