Aos 11 anos

Começei minha vida sexual com apenas 11 anos. O que acontece com vários gays masculinos. Observar os outos… ver os pauzinhos dos outros meninos, se bem que alguns não tinham ainda seus pauzinhos. Com um amigo que frequentava minha casa nesta época nós tomávamos banho juntos. E eu na curiosidade unida da maldade já nesta idade, resolvia segurar seu pênis, ele era moreno, bonitinho e simples. Isso o menino e não o pau. Entenderam?
Meus pais nunca perceberam, embora meu pai chegou a falar com minha mãe que eu não devia ficar tomando banho com ele. Ela na ingenuidade e para minha sorte dizia que isso não tinha problemas pois éramos apenas crianças. Sim meu piruzinho ainda não esporrava (termo por mim conhecido na época), mas ficava ereto. O dele também não. Mas adorávamos. Com o tempo foi aumentando o contato. Eram toques, punhetinhas… até que eu resolvi colocar a boca pra sentir o gosto. Foi diferente, meu amigo moreno tinha já 12 anos e eu apenas 11. Seu pênis era mais desenvolvido que o meu. Era maior, não tinha pêlos aparentes, apenas poucos. Mas ele ficava duro demais. Eu colocava a boca e sugava. Ele adorava. Segundo ele ainda não esporrava como seu irmão mais velho.
Toda a vez que estávamos sozinhos alguma coisa aconteceia entre a gente.
Certo dia, que era meu aniversário a festa aconteceu. Muita gente, familiares e tudo que alguém com 12 anos queria.
Meu melhor amigo já com 13 anos. A festa acabou e ele pediu para dormir lá em casa. Mamãe deixou.
No meu quarto ficávamos conversando sobre tudo, conversa de pré-adolescente. Ele enfiou a mão no meu pijama, colocou o meu pau na boca… senti um geladinho… uma coisa diferente… porém gostosa… eu ainda não tinha gozo líquido, mas me contorcia de algum prazer em certo tempo…
Fiz o mesmo, no dele, maior e mais grosso que o meu, mas em menos de um minuto senti um gosto estranho na boca, tirei o pau dele e cuspi na mão. Era o tal “esporro” que todos falavam. Ele pediu pra eu continuar, fui lá. O meu durinho. Mas só babava e nada saía. Sentia até um orgasmo seco, mas líquido nada. Eu com a boca, fiz ele soltar umas três vezes.
Os dias passaram e eu lá repetindo e ele se perguntando porque do meu nada saía.
Eu tinha vergonha de perguntar aos amigos porque o meu nada saía já com doze anos. Mas tudo bem… o do meu melhor amigo saía e um dia eu ía esperar para de mim sair o tal “esporro”.

~ por souigualatodos em Março 17, 2008.

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